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. 2021 Apr 1;19:eAI5707. doi: 10.31744/einstein_journal/2021AI5707
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Detection of calcified carotid atheroma on panoramic dental radiography and its confirmation by Doppler ultrasound

Breno Amaral Rocha 1, Leonardo de Oliveira Buzatti Carneiro 1, Amaro Vespasiano 1, Martinho Campolina Rebello Horta 1
PMCID: PMC8020837  PMID: 33852676

Carotid artery atherosclerosis is one of the main causes of stroke.(1) In dental panoramic radiography (DPR), radiopaque images adjacent to cervical spine can be an indicative of calcification in bifurcation of carotid artery. Such calcifications can represent calcified atheroma plaques,(2) which diagnosis is confirmed by the Doppler ultrasonography.(3,4)

Dentists can identify these areas through DPR and differentiate them from radiopacities that can be observed in the carotid region. The identification of these area and referral of these patients to specialized medical evaluation may contribute to stroke prevention.(1,3,5)

We report a case of 86-year woman admitted to our diagnostic oral service complaining of oral pain. At oroscopy, we did not observe lesions. Therefore, we requested a RPO which did not reveal changes associated with the patient’s main complaint. However, we observed diffuse calcifications in proximity to vertebrae C3 and C4, bilaterally (Figure 1). Based on these findings, the hypotheses were calcified carotid atheroma, triticeous cartilage, and lymph node calcifications. Due to the hypothesis of calcified carotid atheromas, we requested a color pulsed Doppler ultrasonography. Results showed common carotid with increased intima-media thickness, carotid bulb with atheromatous plaque with stenosis lower than 50% (Figures 2A and 2B), and internal carotid with atheromatous plaque with stenosis signs between 50% and 69% on both sides. The patient was referred to cardiological evaluation, and currently she is under medical supervision. We highlight the importance of observe radiopacities on carotid artery topography through DPR and the posterior diagnostic definition for stroke prevention.

Figure 1. Panoramic radiography presenting areas of calcifications in soft tissue at level of vertebrae C3 and C4, bilaterally.

Figure 1

Figure 2. Doppler ultrasonography images (A and B) presenting atheromatous plaques (indicated by the arrows) in topography of carotid bifurcation on the right and left side, respectively.

Figure 2

ACKNOWLEDGMENT

We thank Dr. Frederico Veloso Pereira and Dr. Izabela Barbosa de Souza Oliveira to contribute by studying the exams. This study was financed in part by the Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Finance code 001. Martinho Campolina Rebello Horta is a researcher at Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) CDS-PPM-00653-16.

REFERENCES

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Einstein (Sao Paulo). 2021 Apr 1;19:eAI5707. [Article in Portuguese]

Detecção de ateroma calcificado de carótida em radiografia panorâmica odontológica e sua confirmação por meio de ultrassonografia com Doppler

Breno Amaral Rocha 1, Leonardo de Oliveira Buzatti Carneiro 1, Amaro Vespasiano 1, Martinho Campolina Rebello Horta 1

A aterosclerose da artéria carótida é uma das principais causas do acidente vascular cerebral (AVC).(1) Em radiografia panorâmica odontológica (RPO), imagens radiopacas adjacentes à coluna cervical podem ser indicativas de calcificações na bifurcação da artéria carótida. Elas podem representar ateromas calcificados,(2) cuja confirmação diagnóstica é feita por meio da ultrassonografia com Doppler.(3,4) Cirurgiões-dentistas podem identificar essas áreas em RPO e diferenciá-las de radiopacidades que podem ser observadas na região carotídea. A identificação dessas áreas e o encaminhamento desses indivíduos a uma avaliação médica especializada pode contribuir para a prevenção do AVC.(1,3,5)

Relata-se o caso de uma paciente, do sexo feminino, 86 anos, que compareceu ao serviço de diagnóstico oral para avaliação de dor bucal. À oroscopia, não foram observadas lesões. Solicitou-se, então, uma RPO, na qual não foram observadas alterações associadas à queixa principal. Entretanto, observaram-se calcificações difusas na proximidade das vértebras C3 e C4, bilateralmente (Figura 1). Diante desses achados, as hipóteses foram ateroma calcificado em carótida, cartilagem tritícea e linfonodos calcificados. Em virtude da hipótese de ateroma calcificado nas carótidas, solicitou-se ultrassonografia com Doppler colorido e pulsado que demonstrou carótidas comuns com espessura mediointimal aumentada, bulbos carotídeos com placas ateromatosas com estenose menor que 50% (Figuras 2A e 2B) e carótidas internas com placas ateromatosas com sinais de estenose entre 50% a 69%, bilateralmente. A paciente foi encaminhada para avaliação cardiológica e encontra-se em acompanhamento médico. Portanto, destaca-se a importância da observação de radiopacidades na topografia da artéria carótida em RPO e sua posterior definição diagnóstica, visando à prevenção do AVC.

Figura 1. Radiografia panorâmica apresentando áreas de calcificações em regiões de tecido mole, na altura das vértebras C3 e C4, bilateralmente.

Figura 1

Figura 2. Imagens (A e B) ultrassonográficas com Doppler apresentando placas ateromatosas (indicadas pelas setas) na topografia da bifurcação carotídea à direita e à esquerda, respectivamente.

Figura 2

AGRADECIMENTOS

Ao Dr. Frederico Veloso Pereira e à Dra Izabela Barbosa de Souza Oliveira, pelo estudo dos exames. O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001. Martinho Campolina Rebello Horta é pesquisador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) CDS-PPM-00653-16.


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